Crianças transportadas em carros particulares para escola fechada e a precisar de “grandes reparações”
Para contornar os efeitos das greves dos trabalhadores não docentes, alunos do infantário e da escola básica de Cristelo acabaram a ser transferidos para as instalações de uma outra escola que foi encerrada no ano lectivo anterior. Sem o consentimento dos pais, foram transportados pelos presidentes da Junta e da Assembleia em viaturas sem sistemas de retenção adequados e, até, no banco do passageiro da frente.
As circunstâncias em que tudo aconteceu não são, ainda, do conhecimento da Associação de Pais de Cristelo. “Enviei um pedido de esclarecimentos à Junta, mas ainda não tive resposta”, disse ao SETE JORNAL Sandrine Machado, que preside à organização. A dirigente garante que “houve pais que não foram avisados da transferência de uma escola para a outra” e que também “não sabiam que iam ser transportadas e como é que ia ser feita” a deslocação das crianças.
Do que chegou ao seu conhecimento, Sandrine Machado refere que
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Jorge Cruz (foto) comprometeu-se a entregar um conjunto de documentos caso o parecer jurídico que o próprio solicitou assim o recomendasse. E recomendou, mas o presidente da EMEC ignorou-o vai para dois meses. O SETE JORNAL quer saber em que circunstâncias dois trabalhadores daquela empresa municipal participaram, no período laboral, em acções de campanha da coligação PSD/CDS.
Foi escrito na Austrália, mas é direcionado ao público português. O que se passa acima das nossas cabeças é uma proposta da astrofísica e investigadora Elisabete da Cunha (foto) numa edição que acaba de chegar às livrarias com a chancela da Manuscrito. Nascida em Paris, foi em Barroselas (Viana do Castelo) que se deixou “fascinar” pelo “céu estrelado” sobre o qual agora escreve e que lhe moldou o destino quando tinha 13 anos.
Desta feita é a Comissão da Carteira Profissional de Jornalista a lembrar o que o senso comum reconhece, mas a Câmara de Barcelos ignorou. A execução de parte das cláusulas inscritas nos contratos que totalizam 80.268€ e vinculam o E.24, Fama TV e VM TV só é possível com o envolvimento de jornalistas, a quem “está vedada” tal participação por força da lei.
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