Cooperativa Agrícola consolida-se entre as maiores do país
No ramo agrícola – o mais representado –, só a Agros tem melhor desempenho. O estudo da CASES dá a conhecer as 100 maiores cooperativas portuguesas com base no volume de negócios em 2022, uma tabela onde a instituição barcelense tem vindo a recuperar posições nos últimos anos.
São mais de 100 milhões de euros, um resultado nunca alcançado e que coloca a Cooperativa Agrícola de Barcelos na 5.ª posição da lista elaborada anualmente pela Cooperativa António Sérgio para a Economia Social (CASES), divulgada ontem, 1. Em 2022, o volume de facturação disparou para os 101.758.453€, um valor que supera em mais de 22 milhões de euros o saldo obtido no ano transacto – 79.500.225€. Para 2023, apurou o SETE JORNAL, são esperados ganhos ainda superiores.
Estes números têm permitido à Cooperativa Agrícola de
A informação com qualidade, rigor, actual e feita por jornalistas profissionais só é possível pagando àqueles
que a produzem o justo valor pela responsabilidade pública que assumem. E a independência e a capacidade para
escrutinar os poderes públicos e os seus abusos serão tanto maiores quanto maior for o número de leitores que se
disponibilizarem para pagar esse trabalho.
Apoie a causa do jornalismo livre e ajude-nos a fazer do SETE JORNAL a sua voz a favor de uma
sociedade mais
justa, esclarecida e verdadeira.
Para continuar a ler este e outros artigos exclusivos torne-se
assinante.
Desta feita é a Comissão da Carteira Profissional de Jornalista a lembrar o que o senso comum reconhece, mas a Câmara de Barcelos ignorou. A execução de parte das cláusulas inscritas nos contratos que totalizam 80.268€ e vinculam o E.24, Fama TV e VM TV só é possível com o envolvimento de jornalistas, a quem “está vedada” tal participação por força da lei.
Pedro Miguel Ferreira (foto) dispunha de 30 dias para requerer a suspensão da inscrição junto da Ordem depois de, no passado dia 10 de Novembro, ter sido designado vereador (com pelouros) da Câmara de Barcelos. O Conselho Regional do Porto confirma ao SETE JORNAL que a inscrição mantém-se “activa”. Já o advogado não presta declarações.
Os contratos assumem a forma de “aquisição de publicidade institucional do Município”, mas o clausulado técnico remete para a prestação de “serviços” de “divulgação jornalística”, “entrevistas” e, até, acompanhamento de “conferências de imprensa”. A Câmara recusa-se a entregar documentos relacionados com os processos de contratação, enquanto que o regulador da comunicação social já fez saber que vai avançar com um procedimento de “averiguações preliminares”.
Se pretender receber no seu e-mail os tópicos das principais notícias do SETE JORNAL, subscreva a nossa newsletter. Faremos um uso regrado desta ferramenta e comprometemo-nos a não inundar-lhe a caixa de correio.