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Barcelos

Conselho de Administração da EMEC funciona ilegalmente desde que tomou posse há quatro anos

Repetindo infracções do passado, em 2021 o executivo de Mário Constantino nomeou para o órgão de gestão da Empresa Municipal de Educação e Cultura (EMEC) dois vogais (foto) abrangidos pelo regime de incompatibilidades. A ilegalidade pode gerar a anulabilidade de actos administrativos em que ambos participaram.

PAULO VILA

26 de Janeiro 2026
Exclusivo
Conselho de Administração da EMEC funciona ilegalmente desde que tomou posse há quatro anos
A 19 e 25 de Outubro de 2021, respectivamente, o presidente da Câmara nomeou Francisco Félix Pereira e Sara Magalhães para os gabinetes de apoio à presidência e à vereação. Na sequência das eleições autárquicas de 12 de Outubro de 2025, o primeiro foi reconduzido no cargo por despacho de 5 de Novembro. A segunda foi reeleita para a Assembleia Municipal, órgão que integra desde 18 de Outubro de 2021. Depois de nomeados pela Assembleia Geral da EMEC – composta pelo presidente da Câmara e pelos vereadores –, a 8 de Novembro daquele
CDU participa às autoridades o que considera ser um “grave ‘desvio’ de dinh...
Braga

CDU participa às autoridades o que considera ser um “grave ‘desvio’ de dinheiro dos bracarenses”

A coligação acusa João Rodrigues (foto) de ter financiado um “evento económico e mediático” com dinheiro do Município de Braga através de um expediente que contornou as regras da contratação pública. Ao autarca, a CDU exige agora os “devidos esclarecimentos” ao mesmo tempo que promete participar o caso à Inspeção-Geral de Finanças (IGF), Tribunal de Contas e Direcção-Geral das Autarquias Locais (DGAL).

Política