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Barcelos

Concedido ilegalmente, dinheiro público utilizado para pagar multas, impostos e contribuições à Segurança Social

A SAD do Óquei Clube de Barcelos (OCB) justifica o gasto de muitos milhares de euros com despesas que não são admissíveis à luz dos contratos-programa de desenvolvimento desportivo pelos quais é, de resto, financiada pela Câmara ao arrepio da lei. Esta, por sua vez, faz vista grossa e paga sem colocar objecções.

PAULO VILA

22 de Dezembro 2025
Exclusivo
Investigação
Concedido ilegalmente, dinheiro público utilizado para pagar multas, impostos e contribuições à Segurança Social
Os municípios estão impedidos de conceder apoios financeiros a sociedades anónimas desportivas (SAD), tenham as competições em que estas participam carácter amador ou profissional. O SETE JORNAL denunciou há um mês que a Câmara de Barcelos ignora em absoluto esta proibição, mas, sabe-se agora, aceita também que a SAD do OCB apresente como comprovativos de despesa gastos com impostos, multas, contribuições à Segurança Social e, até, salvas em prata. A quase totalidade dos 479.542,50€ que nos últimos quatro anos saíram dos
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Jorge Cruz (foto) comprometeu-se a entregar um conjunto de documentos caso o parecer jurídico que o próprio solicitou assim o recomendasse. E recomendou, mas o presidente da EMEC ignorou-o vai para dois meses. O SETE JORNAL quer saber em que circunstâncias dois trabalhadores daquela empresa municipal participaram, no período laboral, em acções de campanha da coligação PSD/CDS.

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“Espero que este seja um livro que não só ensine, mas que mude a forma como olhamos para o céu”

Foi escrito na Austrália, mas é direcionado ao público português. O que se passa acima das nossas cabeças é uma proposta da astrofísica e investigadora Elisabete da Cunha (foto) numa edição que acaba de chegar às livrarias com a chancela da Manuscrito. Nascida em Paris, foi em Barroselas (Viana do Castelo) que se deixou “fascinar” pelo “céu estrelado” sobre o qual agora escreve e que lhe moldou o destino quando tinha 13 anos.

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Desta feita é a Comissão da Carteira Profissional de Jornalista a lembrar o que o senso comum reconhece, mas a Câmara de Barcelos ignorou. A execução de parte das cláusulas inscritas nos contratos que totalizam 80.268€ e vinculam o E.24, Fama TV e VM TV só é possível com o envolvimento de jornalistas, a quem “está vedada” tal participação por força da lei.

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