Com quatro anos de atraso, arrancou a construção dos seis navios de patrulha oceânicos
A primeira das embarcações que vai reforçar a esquadra da Armada começou ontem, 31, a ser construída em Viana do Castelo. O acto simbólico foi presidido pelo ministro da Defesa, Nuno Melo, que justificou a compra no valor de 300 milhões de euros como um “investimento virtuoso e necessário”.
O corte da primeira peça foi simbolizado numa cerimónia que juntou o governante, o Vice-Chefe do Estado-Maior da Armada, Aníbal Soares Ribeiro, e o presidente da Câmara de Viana do Castelo, Luís Nobre, entre outros. Dos antigos estaleiros navais daquela cidade, a cargo da sub-concessionária West Sea, empresa de construção naval do grupo Martifer, sairão até 2031 os seis navios de patrulha oceânicos (NPO), adquiridos pelo custo unitário de 48,2 milhões de euros.
Apelidados de 3.ª geração, vão aumentar o efectivo da Armada Portuguesa
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Nada bate certo nos esclarecimentos que o Município tem vindo a dar sobre a forma como criou e vai resolver a desconformidade denunciada pelo SETE JORNAL. Desta feita, desdisse a informação que prestou há menos de duas semanas, mas recusa dar mais detalhes.
Está entre os principais arguidos da Operação Tutti-Frutti, acusado de 22 crimes, seis dos quais por corrupção. Sem “condições políticas” para exercer o mandato de deputado, o PSD afastou-o do Parlamento, mas, volvidos dez meses, tem-no agora com candidato à Distrital de Braga, uma das maiores do País. Em Barcelos, a arregimentação de militantes foi grande nos últimos meses e a vitória dificilmente lhe escapará.
No próximo ano sairão dos cofres da Câmara mais 2.224.435€, muito embora o orçamento que a Assembleia Municipal vota hoje, 29, tenha inscrito um montante inferior em 11,44%, pondo em causa a legalidade da deliberação. Aprovado em 2020, o saneamento financeiro continua a ser adiado e apesar do aumento exponencial das transferências, a saúde das contas da empresa é de grande vulnerabilidade.
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