Coligação Barcelos Mais Futuro junta-se em festa na véspera de ser colocada à prova
No momento mais tenso da aliança política, PSD, CDS e BTF juntam-se ao final do dia para assinalar os três anos da tomada de posse nos órgãos do município barcelense. ‘Novidade’ há muito conhecida, far-se-á o anúncio (sem jornalistas) de que a coligação é para continuar em 2025, mas as divergências quanto aos lugares a ocupar são, por enquanto, insanáveis.
Esta é a segunda vez que o BTF falha a data para o fecho do acordo. Para trás ficou o ultimato ao PSD para que “as condições a assumir” fossem “anunciadas até 15 de Maio”. De contrário, “findo o prazo proposto para a assunção de compromissos entre as partes” e caso não se obtivesse “qualquer resposta”, o BTF considerava existir uma “indisponibilidade do parceiro de coligação PSD para a continuação” do projecto nas autárquicas do próximo ano. Sem pressas para “apontar uma data”, reagiu Mário Constantino, o
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Jorge Cruz (foto) comprometeu-se a entregar um conjunto de documentos caso o parecer jurídico que o próprio solicitou assim o recomendasse. E recomendou, mas o presidente da EMEC ignorou-o vai para dois meses. O SETE JORNAL quer saber em que circunstâncias dois trabalhadores daquela empresa municipal participaram, no período laboral, em acções de campanha da coligação PSD/CDS.
Foi escrito na Austrália, mas é direcionado ao público português. O que se passa acima das nossas cabeças é uma proposta da astrofísica e investigadora Elisabete da Cunha (foto) numa edição que acaba de chegar às livrarias com a chancela da Manuscrito. Nascida em Paris, foi em Barroselas (Viana do Castelo) que se deixou “fascinar” pelo “céu estrelado” sobre o qual agora escreve e que lhe moldou o destino quando tinha 13 anos.
Desta feita é a Comissão da Carteira Profissional de Jornalista a lembrar o que o senso comum reconhece, mas a Câmara de Barcelos ignorou. A execução de parte das cláusulas inscritas nos contratos que totalizam 80.268€ e vinculam o E.24, Fama TV e VM TV só é possível com o envolvimento de jornalistas, a quem “está vedada” tal participação por força da lei.
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