Candidato do Chega à Câmara diz que faltou “ética” na apresentação da coligação
Uma semana depois da (repetida) assinatura do acordo que volta a juntar PSD, CDS e os independentes do BTF na corrida autárquica (foto), Paulo Ralha escreve em comunicado que se sente “perplexo” perante uma cerimónia que “reflete o estado eticamente decadente” de quem governou o concelho “nos últimos anos”.
Marcadas para 12 de Outubro após decisão tomada ontem, 3, em Conselho de Ministros, está dado o tiro de partida para as eleições autárquicas em Barcelos. O candidato do Chega fez pontaria à coligação que a governa desde 2021 e, em nota de imprensa, traça semelhanças com o “passado” e o momento em que “Barcelos e os barcelenses foram envergonhados na praça pública quando viram o presidente da Câmara preso durante o exercício de funções”. Foi em 2019, com Miguel Costa Gomes.
Paulo Ralha diz que mudaram os partidos (PS/PSD),
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A coligação acusa João Rodrigues (foto) de ter financiado um “evento económico e mediático” com dinheiro do Município de Braga através de um expediente que contornou as regras da contratação pública. Ao autarca, a CDU exige agora os “devidos esclarecimentos” ao mesmo tempo que promete participar o caso à Inspeção-Geral de Finanças (IGF), Tribunal de Contas e Direcção-Geral das Autarquias Locais (DGAL).
A versão exclusivamente digital já era possível obter através da App CP, mediante o pagamento de 0,50€. Agora, o Passe Ferroviário Verde passa agora a estar disponível também na aplicação móvel gov.pt, deixando assim de ser necessário um cartão físico, anunciou o Governo.
O vereador Carlos Eduardo Reis (foto) garante que a “situação foi comunicada” em Novembro de 2025. Todavia, a obra já estava concluída quando o Município de Barcelos deu conhecimento ao Património Cultural e à CCDR-N de que o altar campal foi construído sem licença e as medidas de minimização de impacto arqueológico não foram cumpridas.
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