Candidato do Chega à Câmara diz que faltou “ética” na apresentação da coligação
Uma semana depois da (repetida) assinatura do acordo que volta a juntar PSD, CDS e os independentes do BTF na corrida autárquica (foto), Paulo Ralha escreve em comunicado que se sente “perplexo” perante uma cerimónia que “reflete o estado eticamente decadente” de quem governou o concelho “nos últimos anos”.
Marcadas para 12 de Outubro após decisão tomada ontem, 3, em Conselho de Ministros, está dado o tiro de partida para as eleições autárquicas em Barcelos. O candidato do Chega fez pontaria à coligação que a governa desde 2021 e, em nota de imprensa, traça semelhanças com o “passado” e o momento em que “Barcelos e os barcelenses foram envergonhados na praça pública quando viram o presidente da Câmara preso durante o exercício de funções”. Foi em 2019, com Miguel Costa Gomes.
Paulo Ralha diz que mudaram os partidos (PS/PSD),
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A proposta de Orçamento do Estado para 2027, conhecida na passada semana, volta a omitir qualquer referência à construção do Centro Hospitalar de Barcelos, apesar da ministra da Saúde (foto) ter garantido, em Janeiro, que o processo avançaria ainda este ano. É a segunda vez consecutiva que a referência ao investimento desaparece do documento orçamental, depois do Governo ter inscrito a obra no OE para 2025 e de Ana Paula Martins ter reafirmado publicamente o compromisso de a concretizar.
A leitura do acórdão do caso G Protect foi adiada de 9 para 28 de Outubro, devido à complexidade do processo e ao atraso na conclusão da deliberação do colectivo de juízes. Este adiamento faz com que o ex-vice-presidente da Câmara de Barcelos, Domingos Pereira, fique a conhecer, num intervalo de apenas 13 dias, as decisões de três processos em que o Ministério Público pediu a sua condenação.
A ruptura política que há vários meses divide a Junta de Manhente entrou ontem, 7, numa fase decisiva, com a estrutura concelhia do PSD a assumir a impossibilidade de manter o actual executivo e a apontar para uma solução que ditará a sua queda e a convocação de eleições intercalares. A decisão surge depois de meses de confronto entre Roberto Bogas e os restantes elementos da Junta, mas também quatro dias após o SETE JORNAL ter noticiado que o presidente da autarquia recorreu a uma ligação clandestina à rede eléctrica para servir um parque da freguesia.
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