Ir para o conteúdo principal
Esposende

Câmara prometeu, mas não fez nada para apurar causas da derrocada que matou duas pessoas há mais de dois anos

Anunciou “estudos desenvolvidos pelo LNEC” que, afinal, não existem. A promessa de tudo fazer para “apurar” as “causas do acidente” não foi para além da contratualização de serviços de monitorização do talude que só foram retomados com as perguntas do SETE JORNAL. Mais de dois anos volvidos sobre a tragédia de Palmeira de Faro, o Município desconhece o que originou o deslizamento e coloca o ónus no Ministério Público.

PAULO VILA

14 de Março 2025
Exclusivo
Investigação
Câmara prometeu, mas não fez nada para apurar causas da derrocada que matou duas pessoas há mais de dois anos
Para “apurar de forma cabal as causas que estiveram na origem” do acidente, em 12 de Dezembro de 2022 a Câmara anunciou que iria “avançar com os procedimentos necessários para a contratação de uma equipa constituída por elementos do Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC) e da Universidade do Minho (UM)”. No mesmo comunicado, a Câmara então presidida por Benjamim Pereira, dava igualmente nota de que, “no pressuposto da existência de uma eventual investigação e numa lógica de separação de poderes e respeito institucional”,
Caso G Protect: leitura do acórdão adiada para 28 de Outubro por atraso na deliberação...
Barcelos

Caso G Protect: leitura do acórdão adiada para 28 de Outubro por atraso na deliberação do colectivo

A leitura do acórdão do caso G Protect foi adiada de 9 para 28 de Outubro, devido à complexidade do processo e ao atraso na conclusão da deliberação do colectivo de juízes. Este adiamento faz com que o ex-vice-presidente da Câmara de Barcelos, Domingos Pereira, fique a conhecer, num intervalo de apenas 13 dias, as decisões de três processos em que o Ministério Público pediu a sua condenação.

Justiça
Crise política na Junta de Manhente ameaça provocar eleições intercalares...
Barcelos
Exclusivo

Crise política na Junta de Manhente ameaça provocar eleições intercalares

A ruptura política que há vários meses divide a Junta de Manhente entrou ontem, 7, numa fase decisiva, com a estrutura concelhia do PSD a assumir a impossibilidade de manter o actual executivo e a apontar para uma solução que ditará a sua queda e a convocação de eleições intercalares. A decisão surge depois de meses de confronto entre Roberto Bogas e os restantes elementos da Junta, mas também quatro dias após o SETE JORNAL ter noticiado que o presidente da autarquia recorreu a uma ligação clandestina à rede eléctrica para servir um parque da freguesia.

Política