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Esposende

Câmara e Ministério Público escondem informação sobre derrocada que matou duas pessoas em Palmeira de Faro

Há mais dois anos que um aluimento de rochas matou Susana e Fábio, ambos com 22 anos, enquanto dormiam. Decorrido todo este tempo, “há uma mão cheia de nada”, lamenta a mãe da jovem vítima que atribui a tragédia ao uso não autorizado de explosivos. A autarquia negou o acesso ao estudo geotécnico que encomendou à UMinho e, não estando em segredo de justiça, o Ministério Público impediu por três vezes o SETE JORNAL de consultar o inquérito.

PAULO VILA

22 de Dezembro 2024
Câmara e Ministério Público escondem informação sobre derrocada que matou duas pessoas em Palmeira de Faro
Quando em 23 de Novembro de 2022 o talude desabou sobre a casa de Ana Bajão, matando-lhe a filha e o genro, havia já três anos que a Protecção Civil de Esposende alertara o Município para o perigo de ruína de um bloco de granito. O aviso foi ignorado e a catástrofe poderá estar relacionada com a construção (autorizada pela Câmara) de uma moradia na parte superior da escarpa, onde, naquele e nos dias anteriores, a mãe de Susana garante que foram utilizados explosivos “pela calada da noite”. Volvidos 760 dias, o processo de apuramento
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A leitura do acórdão do caso G Protect foi adiada de 9 para 28 de Outubro, devido à complexidade do processo e ao atraso na conclusão da deliberação do colectivo de juízes. Este adiamento faz com que o ex-vice-presidente da Câmara de Barcelos, Domingos Pereira, fique a conhecer, num intervalo de apenas 13 dias, as decisões de três processos em que o Ministério Público pediu a sua condenação.

Justiça
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Crise política na Junta de Manhente ameaça provocar eleições intercalares

A ruptura política que há vários meses divide a Junta de Manhente entrou ontem, 7, numa fase decisiva, com a estrutura concelhia do PSD a assumir a impossibilidade de manter o actual executivo e a apontar para uma solução que ditará a sua queda e a convocação de eleições intercalares. A decisão surge depois de meses de confronto entre Roberto Bogas e os restantes elementos da Junta, mas também quatro dias após o SETE JORNAL ter noticiado que o presidente da autarquia recorreu a uma ligação clandestina à rede eléctrica para servir um parque da freguesia.

Política