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Barcelos

Câmara tem de injectar, pelo menos, 1,4 milhões de euros para salvar Empresa Municipal

No horizonte estão despedimentos para acomodar a necessidade de cortar 200.000€ nos gastos anuais. Por esse motivo, o último estudo de viabilidade económica alerta para a possibilidade da injecção de capital ter que ser superior. Entretanto, a EMEC vai recorrer à banca para obter de imediato meio milhão de euros.

PAULO VILA

10 de Janeiro 2025
Exclusivo
Câmara tem de injectar, pelo menos, 1,4 milhões de euros para salvar Empresa Municipal
Incapaz de atrair alunos em número suficiente para a Escola de Tecnologia e Gestão (ETG), principal área de negócio, a Empresa Municipal de Educação e Cultura de Barcelos (EMEC) acumula prejuízos e tem pela frente um cenário caótico. Em 2027, prevê-se que o capital próprio seja negativo em 1,9 milhões de euros – ronda, actualmente, os 1,35 M/€. Da continuidade da operação da empresa depende, assim, a adopção de um conjunto de medidas que passam, desde logo, pela cobertura dos prejuízos acumulados ao longo dos anos. “Para
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Há 22 anos que o clube tem no Estádio Cidade de Barcelos a sua “casa”. O Município reconhece que os custos com a gestão corrente daquele equipamento são consideráveis, mas continua sem vincular o Gil Vicente a um contrato de cedência que, por força da lei, terá de assumir as despesas e encargos da sua conservação e a manutenção. Em 2022, o executivo municipal tentou regularizar a situação, mas, apurou o SETE JORNAL, o clube recusou.

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Está entre os principais arguidos da Operação Tutti-Frutti, acusado de 22 crimes, seis dos quais por corrupção. Sem “condições políticas” para exercer o mandato de deputado, o PSD afastou-o do Parlamento, mas, volvidos dez meses, tem-no agora com candidato à Distrital de Braga, uma das maiores do País. Em Barcelos, a arregimentação de militantes foi grande nos últimos meses e a vitória dificilmente lhe escapará.

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