Câmara anuncia “cartaz de excelência” para a Festa das Cruzes
É um dos mais fortes cartazes de sempre daquela que é tida como a primeira grande romaria do Minho. O programa promete seis dias de muita animação em que se destacam os espectáculos dos Xutos & Pontapés, Ana Moura, Fernando Daniel e Os Quatro e Meia.
“Ao longo dos anos, e muito principalmente o ano passado, a programação da nossa maior festa atingiu um tal patamar de excelência que agora nos acarreta a responsabilidade de não baixar essa fasquia”. As palavras são do presidente da Câmara de Barcelos que, esta tarde, apresentou no Salão Nobre dos Paços do Concelho “um cartaz de excelência, que abraça o religioso e o profano, desdobrando-se em imensas actividades etnográficas, culturais, sociais e recreativas, tendo como motivação principal, fazer a simbiose entre a tradição,
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Lançado pelo Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF) para controlar densidades excessivas de javalis, Barcelos é um dos 65 municípios do continente abrangidos pelo projecto-piloto. A iniciativa, que envolve territórios de 15 distritos, prevê apoios financeiros às entidades titulares ou gestoras de zonas de caça pelos animais abatidos acima de um limiar de referência, calculado a partir dos registos das épocas venatórias anteriores.
O documento, apresentado sexta-feira, 9, com quase quatro anos de atraso, identifica como um dos principais problemas do concelho a dependência de um modelo económico assente na sub-contratação industrial e em actividades de baixo valor acrescentado, que considera “estruturalmente esgotado” e “insustentável a médio prazo”. O plano aponta, ainda, para uma combinação particularmente preocupante de baixa produtividade, salários inferiores à média nacional e envelhecimento demográfico, defendendo uma transformação profunda da economia local.
Os quatro eleitos do PS a Gamil e Midões (foto) recorreram hierarquicamente da decisão do Ministério Público de arquivar a participação em que pediam a intervenção daquele órgão para repor a legalidade na constituição da Assembleia de Freguesia. No recurso, que deu entrada segunda-feira, 12, no Tribunal Administrativo e Fiscal de Braga, sustentam que o arquivamento deixou por apreciar a legalidade da deliberação que declarou a renúncia aos mandatos e contestam o entendimento de que a sua ausência na sessão de instalação, em Novembro de 2025, consolidou a situação.
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