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Barcelos

Câmara anda há anos a pagar “sobrevivência” da Associação de Patinagem do Minho

Os apoios financeiros têm vindo a aumentar de ano para ano. No mandato em curso, que tem no vereador José Paulo Matias (foto) o presidente da assembleia-geral da APM, os montantes quase duplicaram. Caso único, servem para pagar rendas, água, luz, condomínio, limpezas, correio, telecomunicações e salários.

PAULO VILA

29 de Setembro 2025
Exclusivo
Câmara anda há anos a pagar “sobrevivência” da Associação de Patinagem do Minho
Desde há vários anos que o Município de Barcelos atribui verbas à Associação de Patinagem do Minho (APM) para pagar despesas básicas de funcionamento. O registo mais antigo que o SETE JORNAL identificou reporta-se a Junho de 2011, ano em que a Câmara concedeu 6000€ “para pagamento das despesas de instalação e funcionamento, designadamente, aluguer da sede, água e luz”. Em 2021, a cerca de seis meses do fim do último mandato de Miguel Costa Gomes à frente da Câmara, a APM liderada por José Paulo Matias queixou-se de, nos “anos
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A Entidade Reguladora da Saúde identificou constrangimentos no acesso a cuidados após encaminhamento pela Linha SNS24, o que levou à emissão de recomendações às 27 unidades locais de saúde abrangidas pelo projecto. Na ULS Barcelos/Esposende, os números agora facultados ao SETE JORNAL revelam uma realidade aparentemente distinta, com apenas oito reclamações registadas desde a adesão ao modelo.

Saúde
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Barcelos
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Carlos Eduardo Reis anunciou “sindicância” para apurar falhas dos serviços, mas não a instaurou

O vereador (foto) anunciou uma sindicância à Divisão de Fiscalização e Contraordenações depois de concluir que os serviços municipais falharam no acompanhamento da construção ilegal de um altar campal em Balugães. O procedimento destinava-se a apurar as razões pelas quais a obra avançou até à conclusão sem qualquer embargo municipal. Mais de dois meses depois, a sindicância não foi instaurada e a autarquia optou pelo silêncio.

Sociedade
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Maternidade de Barcelos: a batalha que, há 20 anos, mobilizou uma cidade

Há 20 anos, o anúncio do encerramento da maternidade do Hospital Santa Maria Maior desencadeou uma das maiores mobilizações cívicas e políticas da história recente de Barcelos. Durante meses, milhares de pessoas saíram à rua, os partidos (quase) deixaram de lado divergências, a autarquia avançou para os tribunais e o debate chegou ao centro da agenda nacional. Duas décadas depois, o SETE JORNAL revisita os acontecimentos, os protagonistas e os momentos que transformaram a defesa da maternidade numa causa colectiva sem precedentes no concelho.

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