BTF despreza CDS nas exigências que faz ao PSD para renovar a coligação autárquica
A manutenção da aliança política tendo em vista as eleições do próximo ano pressupõe uma negociação tripartida, mas o líder do BTF (foto) já redigiu o acordo que quer ver firmado com o PSD e o CDS até 18 de Outubro. O SETE JORNAL teve acesso ao documento e revela as condições que, tudo indica, o PSD vai travar.
São pontos de partida inconciliáveis. Se, por um lado, os militantes do PSD querem que o partido ganhe mais predominância no seio da coligação, o BTF, parceiro “informal” – assim se auto-designa – na aliança que junta também o CDS, reclama o mesmo número de lugares e a manutenção da vice-presidência na corrida à Câmara do próximo ano. “Vai ser complicado. Aquelas imposições não passam”, diz ao SETE JORNAL fonte que está a acompanhar o processo.
“Os membros do BTF, enquanto candidatos independentes a integrar a
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A situação já tem uma semana e a CP recusa dar explicações. Sem que se percebam os motivos da decisão, o comboio internacional está suprimido em todo o trajecto e o intercidades que, de segunda a sábado, faz a ligação Valença-Lisboa e volta, deixou de circular entre a cidade alto-minhota e o Porto.
A cumprir os últimos dias do segundo mandato à frente da Comissão Política Distrital do PSD de Braga, o eurodeputado (foto) recandidata-se ao cargo. Desta vez, terá (pelo menos) um adversário para disputar as eleições, que assumiu oficialmente a candidatura no mesmo dia em que Paulo Cunha comunicou a intenção de entrar na corrida, embora negue tê-lo feito.
António José Seguro mais do que duplicou o resultado obtido na primeira volta e ganhou as eleições presidenciais em Barcelos com 62,88% dos votos. Em três das 65 freguesias do concelho, André Ventura superou a votação do adversário. Não tendo ido além dos 3,86%, o número de votos em branco quase triplicou.
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