Barcelos regista o maior aumento do preço das casas entre os municípios de grande dimensão
No último trimestre de 2025, Barcelos (14,5%) e Maia (14,1%) foram os municípios onde os preços da habitação mais se agravaram por comparação com o trimestre anterior. Este acréscimo verificou-se em 13 dos 24 municípios com mais de 100.000 habitantes, revelou o Instituto Nacional de Estatística (INE). Em sentido oposto, Matosinhos e Coimbra registaram as maiores descidas: 27,6% e 25,7%, respetivamente.
Da comparação dos terceiro e o quarto trimestres de 2025 resulta que taxa de variação nacional foi de 17,5% e os preços medianos da habitação situaram-se nos 2.198 €/m2. Entre os municípios de grande dimensão, a análise dos resultados mostra que, naquele período, o Funchal (3.612 €/m2 e 24,8%), Barcelos (1.748 €/m2 e 25,6%), Leiria (1.932 €/m2 e 23,3%), Vila Nova de Famalicão (1.820 €/m2 e 22,1%), Braga (2.100 €/m2 e 21,9%) e Guimarães (1.733 €/m2 e 17,8%) “superaram a taxa de variação homóloga do país”.
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Lançado pelo Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF) para controlar densidades excessivas de javalis, Barcelos é um dos 65 municípios do continente abrangidos pelo projecto-piloto. A iniciativa, que envolve territórios de 15 distritos, prevê apoios financeiros às entidades titulares ou gestoras de zonas de caça pelos animais abatidos acima de um limiar de referência, calculado a partir dos registos das épocas venatórias anteriores.
O documento, apresentado sexta-feira, 9, com quase quatro anos de atraso, identifica como um dos principais problemas do concelho a dependência de um modelo económico assente na sub-contratação industrial e em actividades de baixo valor acrescentado, que considera “estruturalmente esgotado” e “insustentável a médio prazo”. O plano aponta, ainda, para uma combinação particularmente preocupante de baixa produtividade, salários inferiores à média nacional e envelhecimento demográfico, defendendo uma transformação profunda da economia local.
Os quatro eleitos do PS a Gamil e Midões (foto) recorreram hierarquicamente da decisão do Ministério Público de arquivar a participação em que pediam a intervenção daquele órgão para repor a legalidade na constituição da Assembleia de Freguesia. No recurso, que deu entrada segunda-feira, 12, no Tribunal Administrativo e Fiscal de Braga, sustentam que o arquivamento deixou por apreciar a legalidade da deliberação que declarou a renúncia aos mandatos e contestam o entendimento de que a sua ausência na sessão de instalação, em Novembro de 2025, consolidou a situação.
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