Barcelos prepara taxa turística de 2€ por noite e aponta para receita anual superior a 150.000€
A Câmara quer cobrar 2€ a cada turista a partir dos 13 anos e durante um máximo de sete noites. Aplicada às 77.885 dormidas registadas em 2025, a taxa teria gerado 155.770€, mas a autarquia admite que, naquele ano, o número real possa ter ultrapassado as 120 mil. A avançar, Barcelos será o 50.º município português a introduzir a taxa turística, enquanto os operadores que comuniquem dados inexactos ou falsos podem ser multados até 5000€.
Barcelos prepara-se para criar uma taxa turística de 2€ por pessoa e por noite, com aplicação durante todo o ano, sem distinção entre época alta e baixa, e até ao máximo de sete noites consecutivas por pessoa e estadia. A proposta, que será votada pela Câmara na reunião de hoje, 28, prevê que a cobrança incida sobre dormidas remuneradas em hotéis, pousadas, hotéis-apartamentos, aldeamentos e apartamentos turísticos, turismo de habitação e no espaço rural, bem como em alojamento local, incluindo hostels e estabelecimentos bed
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Lançado pelo Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF) para controlar densidades excessivas de javalis, Barcelos é um dos 65 municípios do continente abrangidos pelo projecto-piloto. A iniciativa, que envolve territórios de 15 distritos, prevê apoios financeiros às entidades titulares ou gestoras de zonas de caça pelos animais abatidos acima de um limiar de referência, calculado a partir dos registos das épocas venatórias anteriores.
O documento, apresentado sexta-feira, 9, com quase quatro anos de atraso, identifica como um dos principais problemas do concelho a dependência de um modelo económico assente na sub-contratação industrial e em actividades de baixo valor acrescentado, que considera “estruturalmente esgotado” e “insustentável a médio prazo”. O plano aponta, ainda, para uma combinação particularmente preocupante de baixa produtividade, salários inferiores à média nacional e envelhecimento demográfico, defendendo uma transformação profunda da economia local.
Os quatro eleitos do PS a Gamil e Midões (foto) recorreram hierarquicamente da decisão do Ministério Público de arquivar a participação em que pediam a intervenção daquele órgão para repor a legalidade na constituição da Assembleia de Freguesia. No recurso, que deu entrada segunda-feira, 12, no Tribunal Administrativo e Fiscal de Braga, sustentam que o arquivamento deixou por apreciar a legalidade da deliberação que declarou a renúncia aos mandatos e contestam o entendimento de que a sua ausência na sessão de instalação, em Novembro de 2025, consolidou a situação.
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