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Nacional

Autarcas querem ver revogado parecer que impede presidentes de Junta de votar contratos e subsídios

A investigação do SETE JORNAL sobre a participação dos presidentes de Junta na votação de subsídios e contratos inter-administrativos de delegação de competências deu origem a uma onda de reacções. As associações de freguesias e de autarcas socialistas e sociais-democratas querem a revogação do parecer da DGAL. Mas no Porto, por “sensatez”, o presidente da Assembleia Municipal já o acatou.

PAULO VILA

20 de Agosto 2024
Exclusivo
Autarcas querem ver revogado parecer que impede presidentes de Junta de votar contratos e subsídios
Volvido pouco mais de um mês de ter confirmado ao SETE JORNAL que os presidentes de Junta, “na sua qualidade de membros por inerência da Assembleia Municipal do Porto (AMP), participam na discussão e votação de contratos inter-administrativos de delegação de competências e/ou de atribuição de subsídios financeiros relativos às freguesias a cujos executivos presidem”, Sebastião Feyo de Azevedo optou pela prudência. O assunto ocupou parte dos trabalhos da última sessão daquele órgão, realizada a 29 de Julho, depois do presidente
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A ruptura política que há vários meses divide a Junta de Manhente entrou ontem, 7, numa fase decisiva, com a estrutura concelhia do PSD a assumir a impossibilidade de manter o actual executivo e a apontar para uma solução que ditará a sua queda e a convocação de eleições intercalares. A decisão surge depois de meses de confronto entre Roberto Bogas e os restantes elementos da Junta, mas também quatro dias após o SETE JORNAL ter noticiado que o presidente da autarquia recorreu a uma ligação clandestina à rede eléctrica para servir um parque da freguesia.

Política