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Região

Aterro sanitário de Paradela: juntas querem ser autorizadas a participar em reunião de trabalho

As sete autarquias querem inteirar-se do andamento da empreitada para minimizar o mal-cheiro com que se debatem “há quase três anos” e pedem a anuência do presidente da CCDR-N. Os autarcas recordam que vivem um “martírio” onde os “odores diários” continuam a “afectar as populações” contíguas ao aterro em “função dos ventos”.

PAULO VILA

12 de Novembro 2024
Aterro sanitário de Paradela: juntas querem ser autorizadas a participar em reunião de trabalho
“Ainda na semana passada o fedor chegou a Fão”. O desabafo é do autarca de Laúndos, Póvoa de Varzim, um dos subscritores da carta enviada no dia 4 ao presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte (CCDR-N). Félix Marques juntou-se aos homólogos de Rates; Estela; Aver-o-Mar, Amorim e Terroso; Aguçadoura e Navais; Barqueiros e Cristelo – estas duas últimas do concelho de Barcelos – na petição para que sejam “convidados (...) a participar” na próxima reunião do Grupo de Trabalho de Acompanhamento
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SETE JORNAL recorre ao tribunal para escrutinar actividade administrativa da EMEC

Jorge Cruz (foto) comprometeu-se a entregar um conjunto de documentos caso o parecer jurídico que o próprio solicitou assim o recomendasse. E recomendou, mas o presidente da EMEC ignorou-o vai para dois meses. O SETE JORNAL quer saber em que circunstâncias dois trabalhadores daquela empresa municipal participaram, no período laboral, em acções de campanha da coligação PSD/CDS.

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“Espero que este seja um livro que não só ensine, mas que mude a forma como olhamos para o céu”

Foi escrito na Austrália, mas é direcionado ao público português. O que se passa acima das nossas cabeças é uma proposta da astrofísica e investigadora Elisabete da Cunha (foto) numa edição que acaba de chegar às livrarias com a chancela da Manuscrito. Nascida em Paris, foi em Barroselas (Viana do Castelo) que se deixou “fascinar” pelo “céu estrelado” sobre o qual agora escreve e que lhe moldou o destino quando tinha 13 anos.

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Compra de notícias e entrevistas feita pela Câmara “não é legalmente possível”

Desta feita é a Comissão da Carteira Profissional de Jornalista a lembrar o que o senso comum reconhece, mas a Câmara de Barcelos ignorou. A execução de parte das cláusulas inscritas nos contratos que totalizam 80.268€ e vinculam o E.24, Fama TV e VM TV só é possível com o envolvimento de jornalistas, a quem “está vedada” tal participação por força da lei.

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