Assembleia Municipal funciona irregularmente desde a tomada de posse
A coligação que venceu as autárquicas de 2021 só podia constituir dois grupos municipais, mas o presidente daquele órgão (foto) aceitou um terceiro, o do movimento independente BTF, cujos membros foram eleitos nas listas do PSD. A lei impede-o e está em causa o regular funcionamento da Assembleia Municipal.
Há dois anos e meio que a maior Assembleia Municipal (AM) do país funciona de forma irregular sem que nenhuma das cinco forças políticas da oposição tenha questionado tal facto. A circunstância permite, desde logo, que a coligação Barcelos Mais Futuro, constituída pelo PSD e pelo CDS e que saiu vencedora das últimas eleições autárquicas, disponha de mais tempo de intervenção e de oportunidades para as fazer.
E à luz do Regimento da AM, o grupo municipal do BTF goza também dos mesmos “poderes e direitos” de qualquer outro
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O senhorio é Paulo Mendanha, homem próximo da coligação que governa a Câmara e com a qual intensificou negócios nos últimos tempos. Quando o SETE JORNAL procurou saber em que moldes se estabeleceram contratos de arrendamento que tem o Município como inquilino, o silêncio prevaleceu sobre a transparência. Os factos são agora dados a conhecer.
O prazo para a conclusão da ponte entre as freguesias de Arcozelo e Tamel S. Veríssimo terminou a 20 de Outubro, mas desconhece-se quando ficará acabada porque a Câmara recusa esclarecimentos. Às omissões do projecto somam-se atrasos incompreensíveis na adjudicação dos trabalhos complementares.
Tido como um “investimento de primeira prioridade” para resolver problemas ambientais “graves”, a infra-estrutura vai custar 36,2 milhões de euros, estando ainda por assegura cerca de um terço do financiamento. A nova ETAR substituirá a actual (foto), mantendo-se em Vila Frescainha S. Pedro.
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