As estratégias dos partidos para colocar o Minho a andar de comboio
Enquanto o país aguarda pela aprovação do Plano Ferroviário Nacional, iniciado em 2021, no Parlamento os partidos desdobram-se em recomendações (sem força de lei) em prol de um transporte mais sustentável. Para Barcelos, Braga e Guimarães reclamam-se novas linhas, mais comboios e bilhetes mais baratos.
Levada ao plenário da Assembleia da República na passada quarta-feira, 3, pela mão dos socialistas, a discussão em torno da necessidade de fazer aprovar o Plano Ferroviário Nacional (PFN) abriu caminho à apresentação de um conjunto de iniciativas parlamentares com as quais, da esquerda à direita, se procura melhorar e incentivar o uso do comboio. No que concerne à região, algumas das propostas têm anos que foram votadas pelos deputados. Outras dificilmente sairão do papel.
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A coligação acusa João Rodrigues (foto) de ter financiado um “evento económico e mediático” com dinheiro do Município de Braga através de um expediente que contornou as regras da contratação pública. Ao autarca, a CDU exige agora os “devidos esclarecimentos” ao mesmo tempo que promete participar o caso à Inspeção-Geral de Finanças (IGF), Tribunal de Contas e Direcção-Geral das Autarquias Locais (DGAL).
A versão exclusivamente digital já era possível obter através da App CP, mediante o pagamento de 0,50€. Agora, o Passe Ferroviário Verde passa agora a estar disponível também na aplicação móvel gov.pt, deixando assim de ser necessário um cartão físico, anunciou o Governo.
O vereador Carlos Eduardo Reis (foto) garante que a “situação foi comunicada” em Novembro de 2025. Todavia, a obra já estava concluída quando o Município de Barcelos deu conhecimento ao Património Cultural e à CCDR-N de que o altar campal foi construído sem licença e as medidas de minimização de impacto arqueológico não foram cumpridas.
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