As estratégias dos partidos para colocar o Minho a andar de comboio
Enquanto o país aguarda pela aprovação do Plano Ferroviário Nacional, iniciado em 2021, no Parlamento os partidos desdobram-se em recomendações (sem força de lei) em prol de um transporte mais sustentável. Para Barcelos, Braga e Guimarães reclamam-se novas linhas, mais comboios e bilhetes mais baratos.
Levada ao plenário da Assembleia da República na passada quarta-feira, 3, pela mão dos socialistas, a discussão em torno da necessidade de fazer aprovar o Plano Ferroviário Nacional (PFN) abriu caminho à apresentação de um conjunto de iniciativas parlamentares com as quais, da esquerda à direita, se procura melhorar e incentivar o uso do comboio. No que concerne à região, algumas das propostas têm anos que foram votadas pelos deputados. Outras dificilmente sairão do papel.
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O senhorio é Paulo Mendanha, homem próximo da coligação que governa a Câmara e com a qual intensificou negócios nos últimos tempos. Quando o SETE JORNAL procurou saber em que moldes se estabeleceram contratos de arrendamento que tem o Município como inquilino, o silêncio prevaleceu sobre a transparência. Os factos são agora dados a conhecer.
O prazo para a conclusão da ponte entre as freguesias de Arcozelo e Tamel S. Veríssimo terminou a 20 de Outubro, mas desconhece-se quando ficará acabada porque a Câmara recusa esclarecimentos. Às omissões do projecto somam-se atrasos incompreensíveis na adjudicação dos trabalhos complementares.
Tido como um “investimento de primeira prioridade” para resolver problemas ambientais “graves”, a infra-estrutura vai custar 36,2 milhões de euros, estando ainda por assegura cerca de um terço do financiamento. A nova ETAR substituirá a actual (foto), mantendo-se em Vila Frescainha S. Pedro.
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