Armadilhas à espera de vítimas perante indiferença das autoridades
Por insuficiência e, até, inexistência de vedações, os poços da concessão mineira de caulino, em Alvarães, Viana do Castelo, continuam a ser locais de lazer para alguns jovens. Um perigo constante que a Direcção-Geral de Energia e Geologia (DGEG), a quem compete a fiscalização, teima em ignorar.
Isolado e sem vigilância, é a atracção pela enorme massa de água depositada no fundo dos poços lodacentos que fazem do local um ponto de interesse, em particular para os mais jovens. As deslocações acontecem, sobretudo, ao fim-de-semana e depois de alguns dias sem chuva, quadro ideal para um acesso discreto e sem grandes problemas de locomoção, porque os caminhos depressa secam. Para andar de bicicleta, de mota ou, simplesmente, caminhar, ali acontece um pouco de tudo. Com sol, seja nos poços em mineração ou naqueles em que a extracção
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Lançado pelo Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF) para controlar densidades excessivas de javalis, Barcelos é um dos 65 municípios do continente abrangidos pelo projecto-piloto. A iniciativa, que envolve territórios de 15 distritos, prevê apoios financeiros às entidades titulares ou gestoras de zonas de caça pelos animais abatidos acima de um limiar de referência, calculado a partir dos registos das épocas venatórias anteriores.
O documento, apresentado sexta-feira, 9, com quase quatro anos de atraso, identifica como um dos principais problemas do concelho a dependência de um modelo económico assente na sub-contratação industrial e em actividades de baixo valor acrescentado, que considera “estruturalmente esgotado” e “insustentável a médio prazo”. O plano aponta, ainda, para uma combinação particularmente preocupante de baixa produtividade, salários inferiores à média nacional e envelhecimento demográfico, defendendo uma transformação profunda da economia local.
Os quatro eleitos do PS a Gamil e Midões (foto) recorreram hierarquicamente da decisão do Ministério Público de arquivar a participação em que pediam a intervenção daquele órgão para repor a legalidade na constituição da Assembleia de Freguesia. No recurso, que deu entrada segunda-feira, 12, no Tribunal Administrativo e Fiscal de Braga, sustentam que o arquivamento deixou por apreciar a legalidade da deliberação que declarou a renúncia aos mandatos e contestam o entendimento de que a sua ausência na sessão de instalação, em Novembro de 2025, consolidou a situação.
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