Arguidos da Operação Teia começam a ser julgados em Setembro e respondem por 111 crimes
Há já 13 sessões agendadas até ao final do ano. Pelo Tribunal Judicial do Porto vão passar os ex-autarcas Miguel Costa Gomes, Domingos Pereira e Joaquim Couto, a antiga mulher deste, Manuela Sousa, e Laranja Pontes, ex-presidente do IPO do Porto. Da acusação constam crimes de prevaricação, corrupção (activa e passiva), peculato e participação económica em negócio.
A acusação pública foi conhecida em Novembro de 2023 e, ultrapassada a fase de instrução do processo – requerida apenas por Laranja Pontes –, o julgamento terá lugar no número 29 da rua de S. João Novo, no Porto, onde funciona o tribunal do Juízo Central Criminal. As sessões estão agendadas para os dias 15, 22 e 29 de Setembro; 6, 13, 20 e 27 de Outubro; 3, 10, 17 e 24 de Novembro; e 11 e 15 de Dezembro, com início às 9h15, confirmou ao SETE JORNAL fonte oficial do Conselho Superior da Magistratura.
Este é o terceiro processo
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O preço mediano da habitação em Barcelos disparou 28,7% no segundo trimestre deste ano, face ao mesmo período de 2025, atingindo os 2000€/m², segundo os dados divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE). A subida supera largamente a média nacional de 18,4% e é também superior à registada em Braga (21,6%) e Guimarães (28,6%), onde os preços atingiram, respectivamente, os 2417€ e os 2060€ por metro quadrado.
Os prémios do Concurso de Montras de Natal de 2025 continuam por pagar e a Câmara de Barcelos prepara-se para assumir os 1950€ que a Associação Comercial e Industrial de Barcelos (ACIB) se comprometeu a atribuir aos comerciantes. A proposta vai ser votada na segunda-feira, 26, poucos meses após a autarquia ter concedido àquela mesma instituição um polémico subsídio de 55.000€. Pelo meio, um despacho do vereador Pedro Miguel Ferreira transforma o compromisso da ACIB numa “obrigação do Município”.
Quase 20.000€ para instalar dois pulverizadores de água na cidade, foi quanto a Câmara de Barcelos gastou num aluguer cuja necessidade justificou com o calor do Verão e que, embora contratado por um mês, se prolongou pelo dobro do tempo, como estava inicialmente previsto. Esta é apenas uma das incongruências de um procedimento em que o contrato foi celebrado com o serviço já em curso e apresenta assinaturas manuscritas que, segundo a Câmara, foram apostas presencialmente a 12 de Agosto, quando o vereador que o assinou se encontrava de férias no estrangeiro. Confrontada pelo SETE JORNAL, a autarquia apresenta explicações que levantam ainda mais dúvidas.
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