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Barcelos

“Altar para grandes celebrações campais” construído ilegalmente em Balugães

A inauguração aconteceu no domingo, 10, na presença do presidente da Câmara de Barcelos, Mário Constantino. Da responsabilidade da Confraria de Nossa Senhora Aparecida, a obra não contemplou a realização obrigatória dos trabalhos arqueológicos a que estava sujeita e tão-pouco obteve licenciamento municipal. A autarquia e a irmandade recusam dar esclarecimentos.

PAULO VILA

18 de Maio 2026
Exclusivo
“Altar para grandes celebrações campais” construído ilegalmente em Balugães
Anunciado pela Confraria de Nossa Senhora Aparecida como tratando-se de um “novo altar para grandes celebrações campais”, a estrutura ocupa uma área de 217m2 e foi implantada junto ao santuário. Tanto este como o Povoado Fortificado de Carmona – da Idade do Ferro e situado a poucos metros do local – integram o inventário arqueológico do Plano Director Municipal (PDM) de Barcelos. Esta circunstância levou a que, na fase de licenciamento municipal, a Confraria fosse obrigada a colher parecer junto da Comissão de Coordenação e
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Braga

CDU participa às autoridades o que considera ser um “grave ‘desvio’ de dinheiro dos bracarenses”

A coligação acusa João Rodrigues (foto) de ter financiado um “evento económico e mediático” com dinheiro do Município de Braga através de um expediente que contornou as regras da contratação pública. Ao autarca, a CDU exige agora os “devidos esclarecimentos” ao mesmo tempo que promete participar o caso à Inspeção-Geral de Finanças (IGF), Tribunal de Contas e Direcção-Geral das Autarquias Locais (DGAL).

Política