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Barcelos

Altar ilegal: Câmara evitou embargo e só alertou tutela do património depois da obra estar pronta

Só no dia seguinte a ter sido questionado pelo SETE JORNAL é que o Município informou a tutela do património arqueológico de que um “altar para grandes celebrações campais”, em Balugães, foi construído sem licença (foto). A Câmara invoca um “lapso” para também não ter dado conhecimento à CCDR-N, que tinha imposto a realização de sondagens arqueológicas. Entretanto, a autarquia recusa dizer porque é que não embargou a obra que acabou a ser inaugurada pelo presidente da Câmara.

PAULO VILA

26 de Maio 2026
Exclusivo
Investigação
Altar ilegal: Câmara evitou embargo e só alertou tutela do património depois da obra estar pronta
“Vou agora mesmo para uma reunião tratar desse assunto”. Foi desta forma que o vereador Carlos Eduardo Reis evitou explicar os motivos que levaram a Câmara a não decretar o embargo de um altar campal construído sem licença pela Confraria de Nossa Senhora Aparecida. A pergunta do SETE JORNAL ao responsável pelos pelouros do Urbanismo e Fiscalização foi colocada no final da reunião da Câmara de ontem, 25, e já tinha sido enviada ao Município na passada quinta-feira, 21. À ausência de respostas sobrepõe-se, contudo, a abundância
CDU participa às autoridades o que considera ser um “grave ‘desvio’ de dinh...
Braga

CDU participa às autoridades o que considera ser um “grave ‘desvio’ de dinheiro dos bracarenses”

A coligação acusa João Rodrigues (foto) de ter financiado um “evento económico e mediático” com dinheiro do Município de Braga através de um expediente que contornou as regras da contratação pública. Ao autarca, a CDU exige agora os “devidos esclarecimentos” ao mesmo tempo que promete participar o caso à Inspeção-Geral de Finanças (IGF), Tribunal de Contas e Direcção-Geral das Autarquias Locais (DGAL).

Política