“Acordo da água” deixa dez freguesias sem acesso às redes de saneamento
Não têm um metro de conduta e, apurou o SETE JORNAL, continuarão privadas de um sistema público de drenagem de águas residuais. A decisão discrimina milhares de habitantes, maioritariamente do vale do Neiva, enquanto a Câmara alega que o contrato de concessão “não incluía o prolongamento de redes não viáveis”.
O acordo que a Câmara de Barcelos negociou com a concessionária das redes públicas municipais de água e de saneamento retira a possibilidade a uma dezena de freguesias, situadas maioritariamente no Norte do concelho, de se poderem ligar ao saneamento básico nos anos mais próximos. Tido como um dos direitos fundamentais para o pleno gozo da vida humana, o acesso fica assim vedado aos munícipes de Balugães, Durrães, Tregosa, Cossourado, Aborim, Panque, Quintiães e Aguiar, todas no vale do Neiva. Creixomil e Mariz foram igualmente excluídas.
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Há 22 anos que o clube tem no Estádio Cidade de Barcelos a sua “casa”. O Município reconhece que os custos com a gestão corrente daquele equipamento são consideráveis, mas continua sem vincular o Gil Vicente a um contrato de cedência que, por força da lei, terá de assumir as despesas e encargos da sua conservação e a manutenção. Em 2022, o executivo municipal tentou regularizar a situação, mas, apurou o SETE JORNAL, o clube recusou.
Nada bate certo nos esclarecimentos que o Município tem vindo a dar sobre a forma como criou e vai resolver a desconformidade denunciada pelo SETE JORNAL. Desta feita, desdisse a informação que prestou há menos de duas semanas, mas recusa dar mais detalhes.
Está entre os principais arguidos da Operação Tutti-Frutti, acusado de 22 crimes, seis dos quais por corrupção. Sem “condições políticas” para exercer o mandato de deputado, o PSD afastou-o do Parlamento, mas, volvidos dez meses, tem-no agora com candidato à Distrital de Braga, uma das maiores do País. Em Barcelos, a arregimentação de militantes foi grande nos últimos meses e a vitória dificilmente lhe escapará.
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