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Barcelos

A estratégia para fazer as pazes com o rio Cávado

Chama-se “Masterplan – Corredor Verde do Cávado”. Tem projectos de médio e longo prazo e, se for concretizado, o concelho vai ficar muito diferente. Depois será necessário, olhar com a mesma atenção para as margens do Neiva, outro tesouro natural e patrimonial que merece ser protegido e valorizado.

ZITA FONSECA

20 de Fevereiro 2024
A estratégia para fazer as pazes com o rio Cávado
São muitas décadas a ouvir dizer que Barcelos cresceu “costas voltadas” para o rio. O destinatário dessa crítica tem sido a Câmara de Barcelos. Primeiro, pela falta de infra-estruturas que impedissem a poluição por esgotos domésticos e industriais. E, depois, por não aproveitar as margens para criar áreas de lazer e desporto. Agora, o poder político local definiu o que pretende fazer ao longo dos 24,3 km de margens, numa área de quase 750 hectares. O documento foi aprovado ontem, 19, em reunião de Câmara. Praias fluviais, equipamentos
Caso G Protect: leitura do acórdão adiada para 28 de Outubro por atraso na deliberação...
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Caso G Protect: leitura do acórdão adiada para 28 de Outubro por atraso na deliberação do colectivo

A leitura do acórdão do caso G Protect foi adiada de 9 para 28 de Outubro, devido à complexidade do processo e ao atraso na conclusão da deliberação do colectivo de juízes. Este adiamento faz com que o ex-vice-presidente da Câmara de Barcelos, Domingos Pereira, fique a conhecer, num intervalo de apenas 13 dias, as decisões de três processos em que o Ministério Público pediu a sua condenação.

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Crise política na Junta de Manhente ameaça provocar eleições intercalares

A ruptura política que há vários meses divide a Junta de Manhente entrou ontem, 7, numa fase decisiva, com a estrutura concelhia do PSD a assumir a impossibilidade de manter o actual executivo e a apontar para uma solução que ditará a sua queda e a convocação de eleições intercalares. A decisão surge depois de meses de confronto entre Roberto Bogas e os restantes elementos da Junta, mas também quatro dias após o SETE JORNAL ter noticiado que o presidente da autarquia recorreu a uma ligação clandestina à rede eléctrica para servir um parque da freguesia.

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