A carta de Luís Montenegro para Pinto Moreira a reclamar benefícios fiscais
O processo de obtenção da Certidão de Reabilitação Urbana tem como primeiro momento uma carta que o líder do PSD dirige ao amigo e então presidente da Câmara de Espinho, Joaquim Pinto Moreira. O SETE JORNAL publica-a em exclusivo.
O documento consta do processo de licenciamento da construção da moradia de Luís Montenegro, em Espinho, cujos benefícios fiscais, conforme o SETE JORNAL adiantou em primeira mão na passada quinta-feira, 28, estão a ser investigados pelo Ministério Público.
Datada de 17 de Setembro de 2020, o presidente do PSD tece no documentos reparos acerca de procedimentos e tramitações incorrectos da Câmara de Espinho e diz a Joaquim Pinto Moreira que a Câmara devia “considerar (...) como obras de reabilitação urbana” a intervenção feita
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O senhorio é Paulo Mendanha, homem próximo da coligação que governa a Câmara e com a qual intensificou negócios nos últimos tempos. Quando o SETE JORNAL procurou saber em que moldes se estabeleceram contratos de arrendamento que tem o Município como inquilino, o silêncio prevaleceu sobre a transparência. Os factos são agora dados a conhecer.
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Tido como um “investimento de primeira prioridade” para resolver problemas ambientais “graves”, a infra-estrutura vai custar 36,2 milhões de euros, estando ainda por assegura cerca de um terço do financiamento. A nova ETAR substituirá a actual (foto), mantendo-se em Vila Frescainha S. Pedro.
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