Barcelos prepara taxa turística de 2€ por noite e aponta para receita anual superior a 150.000€
A Câmara quer cobrar 2€ a cada turista a partir dos 13 anos e durante um máximo de sete noites. Aplicada às 77.885 dormidas registadas em 2025, a taxa teria gerado 155.770€, mas a autarquia admite que, naquele ano, o número real possa ter ultrapassado as 120 mil. A avançar, Barcelos será o 50.º município português a introduzir a taxa turística, enquanto os operadores que comuniquem dados inexactos ou falsos podem ser multados até 5000€.
Barcelos prepara-se para criar uma taxa turística de 2€ por pessoa e por noite, com aplicação durante todo o ano, sem distinção entre época alta e baixa, e até ao máximo de sete noites consecutivas por pessoa e estadia. A proposta, que será votada pela Câmara na reunião de hoje, 28, prevê que a cobrança incida sobre dormidas remuneradas em hotéis, pousadas, hotéis-apartamentos, aldeamentos e apartamentos turísticos, turismo de habitação e no espaço rural, bem como em alojamento local, incluindo hostels e estabelecimentos bed
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A Universidade Politécnica de Viana do Castelo (UNIPVC) ocupa o terceiro lugar entre as instituições de ensino superior portuguesas avaliadas no UI GreenMetric World University Rankings 2026, com 7912,5 pontos, ficando apenas atrás da Universidade Nova de Lisboa, com 8475, e da Universidade do Minho, que lidera a classificação nacional com 8537,5. O reitor, Carlos Rodrigues (foto), fala num compromisso transversal às diferentes áreas de actividade da instituição.
A Câmara de Barcelos gastou 14.364€ para levar dois vereadores à “apresentação e inauguração” de um restaurante em Nova Iorque. Em vez de optarem pela classe económica, Pedro Ferreira e Filipe Pinheiro (foto) escolheram viajar em executiva, onerando significativamente os custos da deslocação. A despesa foi autorizada pelo vereador da Contratação Pública, aquele mesmo Pedro Ferreira, mas o Município recusou dizer quem permitiu a realização da viagem.
O processo que envolve o ex-presidente da Câmara de Barcelos, o ex-vice-presidente (ambos na foto) e um casal de empresários chegou ontem ao fim no Tribunal de Braga, com o Ministério Público a reclamar a condenação de todos os arguidos. Nas alegações finais, a Procuradora pediu cinco anos de prisão, “eventualmente suspensa na sua execução”, para Miguel Costa Gomes, Nuno Almeida e Conceição Atouguia e quatro anos, nas mesmas condições, para Domingos Pereira. Este, contudo, pode vir a enfrentar uma pena efectiva.
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