Ex-candidato à liderança dos socialistas antevê um “paupérrimo resultado” nas autárquicas
A declaração vem da reunião da Comissão Política Concelhia, de há uma semana, onde Diogo Valadas Ponte (foto) teceu duras críticas à direcção do Partido. Recusando-se a ficar em silêncio, exigiu que se tirem consequências caso se confirmem os maus resultados porque, diz, “muito dificilmente sobrará alguma coisa para colar depois destas eleições”.
A confiança numa vitória a 12 de Outubro, assumida pelo presidente do PS de Barcelos, Carlos Brito, contrasta com a convicção de Diogo Valadas Ponte de que o resultado ficará “muito aquém do digno”. E será assim porque, enquanto o Partido perdia “presença, credibilidade e dinamismo”, os seus dirigentes repetiam a “narrativa da normalidade”.
Ora, o “resultado dessa negação está agora à vista”, apontou. A falta de “visão” e “liderança” fez com que “freguesias onde o PS esteve presente durante décadas”
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A proposta de Orçamento do Estado para 2027, conhecida na passada semana, volta a omitir qualquer referência à construção do Centro Hospitalar de Barcelos, apesar da ministra da Saúde (foto) ter garantido, em Janeiro, que o processo avançaria ainda este ano. É a segunda vez consecutiva que a referência ao investimento desaparece do documento orçamental, depois do Governo ter inscrito a obra no OE para 2025 e de Ana Paula Martins ter reafirmado publicamente o compromisso de a concretizar.
A leitura do acórdão do caso G Protect foi adiada de 9 para 28 de Outubro, devido à complexidade do processo e ao atraso na conclusão da deliberação do colectivo de juízes. Este adiamento faz com que o ex-vice-presidente da Câmara de Barcelos, Domingos Pereira, fique a conhecer, num intervalo de apenas 13 dias, as decisões de três processos em que o Ministério Público pediu a sua condenação.
A ruptura política que há vários meses divide a Junta de Manhente entrou ontem, 7, numa fase decisiva, com a estrutura concelhia do PSD a assumir a impossibilidade de manter o actual executivo e a apontar para uma solução que ditará a sua queda e a convocação de eleições intercalares. A decisão surge depois de meses de confronto entre Roberto Bogas e os restantes elementos da Junta, mas também quatro dias após o SETE JORNAL ter noticiado que o presidente da autarquia recorreu a uma ligação clandestina à rede eléctrica para servir um parque da freguesia.
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