Ir para o conteúdo principal
Viana do Castelo

Com quatro anos de atraso, arrancou a construção dos seis navios de patrulha oceânicos

A primeira das embarcações que vai reforçar a esquadra da Armada começou ontem, 31, a ser construída em Viana do Castelo. O acto simbólico foi presidido pelo ministro da Defesa, Nuno Melo, que justificou a compra no valor de 300 milhões de euros como um “investimento virtuoso e necessário”.

PAULO VILA

1 de Abril 2025
Com quatro anos de atraso, arrancou a construção dos seis navios de patrulha oceânicos
O corte da primeira peça foi simbolizado numa cerimónia que juntou o governante, o Vice-Chefe do Estado-Maior da Armada, Aníbal Soares Ribeiro, e o presidente da Câmara de Viana do Castelo, Luís Nobre, entre outros. Dos antigos estaleiros navais daquela cidade, a cargo da sub-concessionária West Sea, empresa de construção naval do grupo Martifer, sairão até 2031 os seis navios de patrulha oceânicos (NPO), adquiridos pelo custo unitário de 48,2 milhões de euros. Apelidados de 3.ª geração, vão aumentar o efectivo da Armada Portuguesa
Caso G Protect: leitura do acórdão adiada para 28 de Outubro por atraso na deliberação...
Barcelos

Caso G Protect: leitura do acórdão adiada para 28 de Outubro por atraso na deliberação do colectivo

A leitura do acórdão do caso G Protect foi adiada de 9 para 28 de Outubro, devido à complexidade do processo e ao atraso na conclusão da deliberação do colectivo de juízes. Este adiamento faz com que o ex-vice-presidente da Câmara de Barcelos, Domingos Pereira, fique a conhecer, num intervalo de apenas 13 dias, as decisões de três processos em que o Ministério Público pediu a sua condenação.

Justiça
Crise política na Junta de Manhente ameaça provocar eleições intercalares...
Barcelos
Exclusivo

Crise política na Junta de Manhente ameaça provocar eleições intercalares

A ruptura política que há vários meses divide a Junta de Manhente entrou ontem, 7, numa fase decisiva, com a estrutura concelhia do PSD a assumir a impossibilidade de manter o actual executivo e a apontar para uma solução que ditará a sua queda e a convocação de eleições intercalares. A decisão surge depois de meses de confronto entre Roberto Bogas e os restantes elementos da Junta, mas também quatro dias após o SETE JORNAL ter noticiado que o presidente da autarquia recorreu a uma ligação clandestina à rede eléctrica para servir um parque da freguesia.

Política