Linha do Minho. Porquê pagar quando a CP permite viajar de borla?
Desde que a transportadora encerrou a bilheteira de Barroselas, um sem-número de passageiros viaja todos os dias sem pagar bilhete porque, em trânsito, os revisores não conseguem fazer a totalidade da venda. “Metade vai de borla”, disse um deles ao SETE JORNAL.
No trajecto de 91 km que separam Nine e Valença, na linha do Minho, Barroselas está entre as estações com maior afluência de passageiros. “Se há bilheteira que devia estar aberta, era aquela”, explica um dos vários revisores com quem o SETE JORNAL falou, alertando para a incontornável “fuga de receita”.
No entanto, desde Outubro de 2023 que as portas do edifício não voltaram a abrir e nelas foi afixada a indicação de que a bilheteira está “encerrada até aviso em contrário”. A mesma informação consta de um aviso que
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A leitura do acórdão do caso G Protect foi adiada de 9 para 28 de Outubro, devido à complexidade do processo e ao atraso na conclusão da deliberação do colectivo de juízes. Este adiamento faz com que o ex-vice-presidente da Câmara de Barcelos, Domingos Pereira, fique a conhecer, num intervalo de apenas 13 dias, as decisões de três processos em que o Ministério Público pediu a sua condenação.
A ruptura política que há vários meses divide a Junta de Manhente entrou ontem, 7, numa fase decisiva, com a estrutura concelhia do PSD a assumir a impossibilidade de manter o actual executivo e a apontar para uma solução que ditará a sua queda e a convocação de eleições intercalares. A decisão surge depois de meses de confronto entre Roberto Bogas e os restantes elementos da Junta, mas também quatro dias após o SETE JORNAL ter noticiado que o presidente da autarquia recorreu a uma ligação clandestina à rede eléctrica para servir um parque da freguesia.
Um estudo da Fundação Francisco Manuel dos Santos, divulgado a 29 de Setembro, revela uma forte dependência do transporte individual nas cidades pequenas do litoral não metropolitano. Nesta categoria, na qual é integrada Barcelos, apenas 14% dos inquiridos recorrem ao transporte colectivo. Ainda assim, 76% mostram-se satisfeitos com a cidade onde vivem.
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