Com quatro anos de atraso, arrancou a construção dos seis navios de patrulha oceânicos
A primeira das embarcações que vai reforçar a esquadra da Armada começou ontem, 31, a ser construída em Viana do Castelo. O acto simbólico foi presidido pelo ministro da Defesa, Nuno Melo, que justificou a compra no valor de 300 milhões de euros como um “investimento virtuoso e necessário”.
O corte da primeira peça foi simbolizado numa cerimónia que juntou o governante, o Vice-Chefe do Estado-Maior da Armada, Aníbal Soares Ribeiro, e o presidente da Câmara de Viana do Castelo, Luís Nobre, entre outros. Dos antigos estaleiros navais daquela cidade, a cargo da sub-concessionária West Sea, empresa de construção naval do grupo Martifer, sairão até 2031 os seis navios de patrulha oceânicos (NPO), adquiridos pelo custo unitário de 48,2 milhões de euros.Apelidados de 3.ª geração, vão aumentar o efectivo da Armada Portuguesa
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São centenas de milhar de euros a mais que saem dos cofres do Município para a Empresa Municipal de Educação e Cultura de Barcelos (EMEC). Enquanto isso, o SETE JORNAL apurou que há vencimentos a serem pagos com o dinheiro destinado às AEC, entre eles o do presidente do Conselho de Administração (foto), Jorge Cruz.
A Câmara aprova hoje, 31, um novo contrato adicional no valor de 1.710.268€ em trabalhos complementares. Em Novembro de 2024, pela mesma razão, o empreiteiro recebeu luz verde para facturar mais 800.730€. O custo da obra ultrapassa já os dez milhões e não deverá ficar por aqui.
Não está fechada e muito menos é confirmada, mas são nomes que se vão alinhando para encabeçar uma eventual lista da coligação PSD/CDS a Barcelos. Deste desenho fazem parte Carlos Eduardo Reis e há saídas dadas como certas, em parte, devido ao mal-estar que se vive no seio do aparelho social-democrata motivado por questões de vária ordem. E pode haver também um ‘reforço’, oriundo do PS.
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