Tutela vai ordenar medidas de reparação no Paço de Curutelo face ao “grave atentado ao património classificado”
O ministério da Cultura diz que, na zona geral de protecção, a “responsabilidade” por determinar idênticas normas para corrigir o impacto das obras que permanecem parcialmente embargadas cabe à CCDR-N. Este organismo declinou, entretanto, fornecer documentos relacionados com o processo de acompanhamento arqueológico do empreendimento. Já o autarca de Ponte de Lima recusa falar.
A garantia foi dada nas últimas horas ao SETE JORNAL pelo gabinete da ministra da Cultura, Dalila Rodrigues. “O Património Cultural, I.P., encontra-se a concluir a determinação das medidas de reparação/mitigação no Imóvel Classificado”, conhecido por Castelo ou Paço de Curutelo. Na mesma resposta sobre se poderão vir a ser decretadas demolições, o Ministério esclarece que, “em relação às obras [executadas] na zona geral de protecção” do monumento de interesse público, essa “responsabilidade pertence à Comissão de
A informação com qualidade, rigor, actual e feita por jornalistas profissionais só é possível pagando àqueles
que a produzem o justo valor pela responsabilidade pública que assumem. E a independência e a capacidade para
escrutinar os poderes públicos e os seus abusos serão tanto maiores quanto maior for o número de leitores que se
disponibilizarem para pagar esse trabalho.
Apoie a causa do jornalismo livre e ajude-nos a fazer do SETE JORNAL a sua voz a favor de uma
sociedade mais
justa, esclarecida e verdadeira.
Para continuar a ler este e outros artigos exclusivos torne-se
assinante.
São centenas de milhar de euros a mais que saem dos cofres do Município para a Empresa Municipal de Educação e Cultura de Barcelos (EMEC). Enquanto isso, o SETE JORNAL apurou que há vencimentos a serem pagos com o dinheiro destinado às AEC, entre eles o do presidente do Conselho de Administração (foto), Jorge Cruz.
A primeira das embarcações que vai reforçar a esquadra da Armada começou ontem, 31, a ser construída em Viana do Castelo. O acto simbólico foi presidido pelo ministro da Defesa, Nuno Melo, que justificou a compra no valor de 300 milhões de euros como um “investimento virtuoso e necessário”.
A Câmara aprova hoje, 31, um novo contrato adicional no valor de 1.710.268€ em trabalhos complementares. Em Novembro de 2024, pela mesma razão, o empreiteiro recebeu luz verde para facturar mais 800.730€. O custo da obra ultrapassa já os dez milhões e não deverá ficar por aqui.
Se pretender receber no seu e-mail os tópicos das principais notícias do SETE JORNAL, subscreva a nossa newsletter. Faremos um uso regrado desta ferramenta e comprometemo-nos a não inundar-lhe a caixa de correio.