Acumularam durante anos remunerações de cargos políticos incompatíveis, mas não devolvem o dinheiro. Nuno Evandro considera que nada recebeu indevidamente, enquanto Luís Pereira continua sem dar explicações. Ao contrário daqueles, José Padrão reconheceu a ilegalidade e regularizou a situação. Os três foram nomeados por Mário Constantino no mandato anterior e reconduzidos aos gabinetes políticos da Câmara de Barcelos faz agora um ano, numa decisão que manteve a confiança do presidente nos mesmos colaboradores, apesar das incompatibilidades então verificadas, confirmadas por pareceres jurídicos e pela jurisprudência.