Praças de Viana e da Póvoa. Agora, aqui, a tourada é outra
Demolidas sob grande polémica, as duas praças de touros deram lugar a equipamentos onde já só existe a memória do lugar. Totalizando um investimento a rodar os 15 milhões de euros, a Praça Viana ficou concluía por estes dias e a Póvoa Arena deverá abrir portas no final do ano.
Foram inauguradas no mesmo ano, 1949. Com capacidade para 5500 pessoas e uma área de 3555 m2, a Monumental Praça de Touros da Póvoa de Varzim começou a ser demolida a 26 de Setembro de 2022. A pouco mais de 40 km, para Norte, a de Viana do Castelo – com 2883 m2 e lotação de 4900 lugares – tinha tido igual destino logo que as máquinas ali entraram nos primeiros dias de Abril de 2021. Das quatro praças fixas existentes a Norte do rio Douro, só Vinhais (2011) e Urrós (1982), no concelho de Mogadouro, preservam os seus recintos tauromáquicos
A informação com qualidade, rigor, actual e feita por jornalistas profissionais só é possível pagando àqueles
que a produzem o justo valor pela responsabilidade pública que assumem. E a independência e a capacidade para
escrutinar os poderes públicos e os seus abusos serão tanto maiores quanto maior for o número de leitores que se
disponibilizarem para pagar esse trabalho.
Apoie a causa do jornalismo livre e ajude-nos a fazer do SETE JORNAL a sua voz a favor de uma
sociedade mais
justa, esclarecida e verdadeira.
Para continuar a ler este e outros artigos exclusivos torne-se
assinante.
A coligação acusa João Rodrigues (foto) de ter financiado um “evento económico e mediático” com dinheiro do Município de Braga através de um expediente que contornou as regras da contratação pública. Ao autarca, a CDU exige agora os “devidos esclarecimentos” ao mesmo tempo que promete participar o caso à Inspeção-Geral de Finanças (IGF), Tribunal de Contas e Direcção-Geral das Autarquias Locais (DGAL).
A versão exclusivamente digital já era possível obter através da App CP, mediante o pagamento de 0,50€. Agora, o Passe Ferroviário Verde passa agora a estar disponível também na aplicação móvel gov.pt, deixando assim de ser necessário um cartão físico, anunciou o Governo.
O vereador Carlos Eduardo Reis (foto) garante que a “situação foi comunicada” em Novembro de 2025. Todavia, a obra já estava concluída quando o Município de Barcelos deu conhecimento ao Património Cultural e à CCDR-N de que o altar campal foi construído sem licença e as medidas de minimização de impacto arqueológico não foram cumpridas.
Se pretender receber no seu e-mail os tópicos das principais notícias do SETE JORNAL, subscreva a nossa newsletter. Faremos um uso regrado desta ferramenta e comprometemo-nos a não inundar-lhe a caixa de correio.